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UM AUMENTO DE 25% A AMEAÇAS E ATAQUES AOS DEFENSORES DE HUMANOS DIREITOS NA GUATEMALA

Sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
Rosa M Tristan

GUA-Bernardo1
  • Aliança para a solidariedade, denunciando a perseguição a defensores dos direitos humanos no país centro-americano
  • Denuncia de reformas jurídicas no país que cortados os direitos de liberdade de expressão e manifestação a considerá-los actos de terrorismo
  • Continuar as mobilizações no território do Rio Cahabón pela prisão de seu líder Bernardo Caal Xol

 

Um total de 328 defensores de provedores de Justiça e direitos humanos sofreram ameaças e ataques na Guatemala em 2017 (de janeiro a outubro), dos quais 72 eram líderes indígenas, que é 25% mais que no ano anterior (263). Além disso, de acordo com a organização UDEFEGUA, 55 pessoas foram assassinadas por defender os seus direitos e das suas comunidades, uma situação que, para a solidariedade da Aliança, destaca a vulnerabilidade daqueles que defendem seus territórios no país Centro-americana, em muitos casos contra grandes empresas macro-proyectos, que não é levado em consideração o impacto ambiental e não há nenhuma consulta prévia, livre e informada para as comunidades afetadas.

 

Último relatório UDEFEGUA que eram de 40% destes ataques e ameaças contra as mulheres, que estão estrelando em muitos as mobilizações para a defesa dos direitos e cuja liderança é mais invisível. A maioria dos casos eram crimes de difamação, seguido por assassinatos, intimidações e queixas legais contra defensores dos direitos humanos.

 

Aliança para denunciar isso, apenas um ano depois do Parlamento Europeu aprovou uma resolução exortando o governo da Guatemala para adotar medidas urgentes de proteção para os defensores dos direitos de solidariedade, a situação, portanto, não só não melhorou, Mas está piorando.

 

Prova disso é a reforma, actualmente em discussão no país, a lei de organizações não-governamentais para o desenvolvimento, que visa controlar, burocratizado e limitar a liberdade de ação e expressão das ONG, tanto nacionais como estrangeiros na Guatemala, exigindo estão limitados a acções nos sectores de cuidados de saúde e nenhuma queixa. Ao mesmo tempo, propôs a reforma do código o criminoso, que é considerado como crime de obstrução de tráfego de terrorismo (comum nas manifestações e protestos) e ciberterrorismo como o uso de redes sociais para criticar e exigir ações do governo.

GUA-Bernardo2

Aliança de solidariedade recorda que, juntamente com as ameaças e ataques, existem também casos de acusação, pela defesa do território, como é o caso, entre outros, o líder q 'eqchí' Bernardo Caal Xol, na prisão depois de liderar os protestos em defesa da Frente Rio Cahabón de grandes projetos hidrelétricos (OXEC e REBORN). Caal Xol está preso desde 30 de Janeiro, sob acusações sem provas, realizadas pelo primeiro destes trabalhadores de empresas. No segundo, ele é o REBORN, é a empresa espanhola Grupo Cobra (ACS), subcontratada para fazer o trabalho envolvido. Neste caso, estão sendo desenvolvidas mobilizações e cortar estradas nas comunidades da Cahabón exigindo sua liberdade, ignorada pelas autoridades e empresas.

 

Solidariedade da Aliança lançou uma campanha de recolha de assinaturas, com o apoio do Greenpeace Espanha e a madressilva de ONG da Guatemala, que também exige a libertação imediata do líder q 'eqchí' e ela expressa preocupação com o assédio e criminalização contra aqueles que lutam em defesa da terra, água e meio ambiente.

 

A ONG recorda que o Parlamento Europeu na sua resolução de 16 de fevereiro de 2017, pedido a União Europeia e seus Estados Membros, adoptou acordos internacionais vinculativos para reforçar o respeito pelos direitos humanos, especialmente no caso de empresas com sede e n Europa trabalhando em países terceiros, uma questão na qual não há progresso tem sido feita.

 

Na verdade, na Espanha, castelos de ACS em que sua participação como subcontratante com licença de responsabilidade para o respeito pelos direitos humanos ou o ambiente. Desta forma, deixa sem resposta a entrega, em novembro passado, a maioria de 25.500 assinaturas que pede isso a paralisar o trabalho de REBORN, um projeto que afeta cerca de 30 km do leito do Río Cahabón e 29.000 nativo. Com estas empresas pediram que eles parem as obras até uma consulta de comunidade e de um relatório de impacto ambiental total que garante o respeito pelos direitos humanos e o ecossistema do território indígena.


One Response to "UM AUMENTO DE 25% A AMEAÇAS E ATAQUES AOS DEFENSORES DE HUMANOS DIREITOS NA GUATEMALA"

  1. Fúlvia de leon diz:

    A luta deve ser não-local e regional. É necessário concatenar os movimentos do mesmo tipo, ou seja, feminista, social ou ambiental, etc.

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