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Aumenta o assédio e a criminalização dos líderes e líderes indígenas que defender os seus direitos

Quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Rosa M Tristan

Dia internacional dos povos indígenas

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A situação de mulheres líderes e lideranças indígenas que atuam como defensores dos direitos e recursos naturais às vezes fica pior na América Latina. Aliança para a solidariedade, por ocasião do dia internacional dos povos indígenas, que é comemorado em 9 de agosto, destaca as perseguição, assédio, criminalização e morte as pessoas que defendem os direitos na América Central e Colômbia, na a organização trabalha para décadas e onde é de notar como a pressão de grupos ilegais ou sectores económicos estão causando um aumento no número de vítimas.

No caso da Colômbia, desde a assinatura dos acordos de paz até o final de 2016 são 65 líderes indígenas, que perderam suas vidas em várias regiões do país, de acordo com os dados mais recentes da organização nacional indígena da Colômbia (ONIC). Por trás destes crimes são grupos ilegais com impunidade para alcançar as comunidades indígenas para resolver suas atividades ilícitas, em um contexto de falta de proteção por parte das autoridades. Líderes indígenas perante sua presença, na defesa de suas terras e recursos naturais, são perseguidos e mortos, eles chegam para esclarecer os casos. Deve ser lembrado que na Colômbia coexistem 102 povos indígenas, dos quais 64 são em risco de extinção física e cultural.

 

No caso de países como a Guatemala também aumenta o assédio de lcomo líderes e líderes que, neste caso, defender bens naturais com a chegada de investidores corporativos, que apoiaram de organismos oficiais, diretamente e negativamente afeta os direitos dos povos indígenas. Apenas entre Janeiro e julho, tem sido assassinadas 13 pessoas defendendo os direitos humanos no país centro-americano e há 135 casos de agressões e 76 de criminalização, segundo dados do UDEFEGUA a organização. Desse total, 32 ataques foram contra mulheres líderes.

 

Um exemplo de Estas situações tem sido el se o espanhol da empresa Ecoener-Hidralia, cujo projeto para construir uma represa no Cambal Indian Riverum.n, provocou graves conflitos: perseguição, assassinatos, criminalização e aprisionamento de o líderes indígenas defendendo os direitos de suas comunidades. Embora o projeto foi demitido no final de 2016, após a campanha de solidariedade da Aliança, amigos da terra e as mulheres na Guatemala, com mais de 20.000 assinaturas no suporte, os ferimentos nas comunidades indígenas continuam. Por isso solidariedade da Aliança recorda com um documentário na DIA de indígenas dos povos que a melhor maneira de acabar com o conflito, é preveni-los.


Além disso, a organização lembra a situação do líder q 'eqchí' Bernardo Caal Xol, preso desde Janeiro em uma prisão em Cobán em condições infames, depois de ter denunciado duas hidrelétricas (OXEC e renascer) que tenham recolhido o Rio Cahabón, no departamento de Alta Verapaz. Caal Xoc caso destaca a perseguição judicial, com falsas acusações, sofrida pelos representantes indígenas em um país marcado pela corrupção política. Corporações transnacionais aproveitar nestas circunstâncias para seus negócios, ignorando que isso viola a lei internacional sobre os direitos dos povos indígenas, reconhecidos na Convenção 169 da Internacional da organização do trabalho (OIT).

 

A Aliança da terra (para promover investimentos responsáveis) campanha continuar a recolher assinaturas para exigir a libertação de liberdade de Bernardo Caal Xoc

 

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No dia internacional dos povos indígenas, a Aliança para a solidariedade requer a cessação da pressão e do assédio dos dirigentes e líderes de povos indígenas, bem como as normas nacionais e internacionais que promovem investimentos empresariais responsáveis com os recursos naturais que as comunidades dependem para sua sobrevivência.

No caso da Espanha, exortamos o novo ministro de indústria, comércio e turismo, reis Maroto, que tomar medidas urgentes para parar as empresas espanholas de infringir os direitos humanos nos países em desenvolvimento. Há um ano que foi assinado o plano de negócios e ação nacional de direitos humanos e o tempo para fornecê-lo com medidas destina-se para torná-lo eficaz.20180330_APS_MOZAMBIQUE_CORREDOR_DE_NACALA_4142

Além disso, exigimos mais medidas, como suporte para desenvolvimento de um tratado legal internacional, orevisão da política de suporte para a internacionalização da empresas e implementação de um programa para a protecção dos defensores dos direitos humanos, con un aumentar as dotações orçamentais para fazer isso através de AECIDmedidas que já estão recolhidos em o Um projeto de lei sobre a responsabilidade das empresas transnacionais-espanhol respeito ambientais e de direitos humanos que era apresentado pelo grupo parlamentar socialista em março deste ano e aprovado em 26 de junho. De Aliança para a Solidariedade Do mesmo modo exorta o governo a realizar a maneira mais urgente possível.


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