A voz das mulheres de Moçambique vem aos tribunais comunitários

Terça-feira, 9 de abril de 2019

Josina Machel2

Há uma data marcada no calendário de Moçambique. Um 7 de abril de 1971, morrendo Josina Machel, guerrilha e heroína africana que lutou pela independência de seu país e, ao mesmo tempo, para a emancipação das mulheres da sua terra. Desde os 13 anos de idade, Josina estava ciente de como colonial cercenaba de educação cultura e o desejo de liberdade do seu povo, então ele não era juntar-se a luta de libertação.

Com 18 anos, ele se juntou a FRELIMO, o grupo guerrilheiro que lutou contra o poder colonial, mas acabou capturando e torturar. Uma campanha de pressão internacional deve ficar livre. Na zona livre, lançou um programa social avançado, até que ele morreu devido ao câncer de 25 anos.

Desde então, Josina é um símbolo da emancipação feminina em Moçambique, um dos países mais pobres da terra e, também, um país onde 80% mulheres produzindo alimentos de subsistência, mas que não tiveram a voz que corresponde a eles. Portanto, Aliança para a solidariedade, que trabalha no norte do país há anos, iniciou um trabalho com os tribunais comunitários, nas zonas rurais, para que aumentar a sua presença.

O projeto, financiado pela agência espanhola de cooperação internacional para o desenvolvimento (AECID), iniciou-se em comunidades do município de Mueda, a nordeste, perto da fronteira com a Tanzânia, o que poderia ter cruzado o próprio Josina... Quem sabe. Estes tribunais comunitários não são organismos oficiais mas tem grande autoridade em pequenas aldeias, uma vez que as pessoas mais influentes, são, em geral, aqueles que já têm uma idade avançada e adulta. Sua responsabilidade é resolver conflitos e problemas que surgem nas comunidades e suas decisões tendem a ser sempre respeitada.

No entanto, apesar do fato de que eles têm um crucial decidir sobre um número infinito de assuntos, alguns relacionados com a violência de gênero ou com o casamento precoce, raramente são mulheres. Assim ocorre em Mueda, onde a presença das mulheres é limitada à esfera privada, apesar de muitas famílias dependem de seu trabalho para subsistir.

Agora quer mudar essa situação para sempre. O primeiro passo para dar um roll-over é ser projeto, ambos os funcionários da Aliança para a solidariedade, a partir da organização local, MULEIDE, das primeiras acções de sensibilização destes tribunais. Muitos deles não mesmo ter eleito todos os seus componentes, o que prejudica sua atividade, então promover completar suas estruturas, e possivelmente com mulheres, é um horizonte promissor.

Um elemento para destacar a fim de obtê-lo é a especial importância que tem a presença das mulheres na resolução de conflitos, são eles envolvidos ou são não, como foi demonstrado em muitos lugares e momentos da história.

Projetos tais como a Aliança está lançando naquele canto da África hoje em dia, são fundamentais para a Moçambique obter a capacitação que Josina Machel estava sonhando já há meio século.


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